drones Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/drones/ Revelando os Fatos! Tue, 26 May 2026 14:14:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://vozesdooraculo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/favicon-150x150.png drones Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/drones/ 32 32 Foragido há décadas, traficante Peixão soma 10 mandados de prisão em aberto https://vozesdooraculo.com.br/foragido-ha-decadas-traficante-peixao-soma-10-mandados-de-prisao-em-aberto/ https://vozesdooraculo.com.br/foragido-ha-decadas-traficante-peixao-soma-10-mandados-de-prisao-em-aberto/#respond Tue, 26 May 2026 14:14:42 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/foragido-ha-decadas-traficante-peixao-soma-10-mandados-de-prisao-em-aberto/ Chefe do Complexo de Israel, Peixão foi absolvido em ação sobre drones, mas segue com 10 mandados de prisão e 79 anotações criminais.

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O Terceiro Comando Puro (TCP) é a segunda maior facção criminosa do estado do Rio de Janeiro. Originado em território fluminense, o grupo tem expandido sua atuação para outras unidades da federação, seguindo o modelo do Comando Vermelho. Diferentemente do CV, no entanto, o TCP ainda não possui uma liderança unificada que concentre as decisões, o que pulveriza as operações dos traficantes, com cada comunidade atuando de forma independente.

Nesse contexto, Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, é o membro mais destacado da facção — e um dos poucos integrantes do TCP no estado que figuram na lista de procurados do Ministério da Justiça. Peixão é apontado como líder do Complexo de Israel, um conjunto de cinco favelas na Zona Norte do Rio. A região, guarnecida por um verdadeiro exército equipado com fuzis e drones, tornou-se o principal reduto do traficante, conhecido por seu perfil violento e práticas de intolerância religiosa.

De acordo com relatos de moradores, Peixão costuma desaparecer com os corpos de quem desrespeita suas regras, jogando-os aos jacarés de um manguezal atrás da favela de Parada de Lucas, uma das áreas sob seu controle. As denúncias à polícia incluem destruição de terreiros e proibição do uso de roupas brancas nas comunidades dominadas pelo traficante, que se declara evangélico. Durante anos, a facção exibiu uma estrela de Davi no alto de uma caixa-d’água visível da Avenida Brasil; o símbolo foi removido em uma operação policial em 2023.

O nome de Peixão passou a ser mencionado no debate sobre classificar organizações criminosas como terroristas. Autoridades de segurança do Rio afirmaram que ele poderia ser o primeiro traficante investigado por terrorismo, após ser apontado como mandante de um ataque a tiros que matou três pessoas na Avenida Brasil, em outubro de 2024. O incidente, que paralisou a principal via expressa da cidade durante um confronto entre criminosos e policiais, gerou imagens de pânico que correram o mundo.

Desde então, sucessivas operações foram realizadas para capturá-lo. Em algumas incursões, a polícia encontrou estruturas luxuosas usadas para o lazer do criminoso — uma delas, apelidada de “resort do Peixão”, contava com lago artificial com carpas, areia de praia e minicampo de futebol. Uma investigação da Polícia Federal em 2024 revelou que Peixão mantinha um esquema de importação de armas e tecnologia para uso contra rivais e policiais.

Em mensagens trocadas com Everson Vieira Francesquet, apontado como armeiro da facção, o traficante fala sobre explodir adversários e adquirir equipamentos de ponta para monitorar a favela. Em uma conversa, ele afirma precisar “com urgência” de um drone capaz de lançar bombas. Em outra, diz enxergar o Complexo de Israel como um país que “tem que ter tudo”. A PF também identificou uma rede de negociações que, segundo o Ministério Público Federal, revelaria a função de Francesquet no TCP: comprar equipamentos bélicos, táticos e tecnológicos no exterior para abastecer a facção.

Nos diálogos atribuídos a Peixão, ele solicita drones com capacidade de lançar bombas, localizadores de drones, fuzis, pistolas, rádios de longo alcance e chips estrangeiros — paraguaios ou americanos — para dificultar a interceptação das comunicações. Em uma mensagem, escreve: “Vamo comprar o Drone e o localizador de Drone, e a tua bazuca (Fuzil AntiDrone) quando chegar também”. Em outra, comemora ter acertado duas pessoas com bombas lançadas por drones.

As conversas também revelam o planejamento de uma estrutura de fachada no Paraguai — onde a venda de bloqueadores de sinal é legalizada — para enviar os equipamentos por via terrestre, driblando a fiscalização aduaneira brasileira. Embora a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, em decisão no dia 6 de fevereiro, tenha condenado Francesquet a seis anos e cinco meses de prisão e absolvido Peixão por falta de provas, o chefe do Complexo de Israel ainda possui dez mandados de prisão em aberto. Ele acumula 79 anotações criminais.

Em 8 de dezembro de 2024, a família do traficante foi detida pela Polícia Rodoviária Federal e pela Polícia Federal na BR-262, em Campo Grande (MS). Há indícios de que Peixão estava em outro veículo e conseguiu escapar do cerco. Ele segue foragido — em quase duas décadas de atuação no tráfico, jamais foi preso.

Fonte: O GLOBO

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Quase 90 drones caem no porto de Sydney durante show do Vivid Sydney; investigação é aberta https://vozesdooraculo.com.br/quase-90-drones-caem-no-porto-de-sydney-durante-show-do-vivid-sydney-investigacao-e-aberta/ https://vozesdooraculo.com.br/quase-90-drones-caem-no-porto-de-sydney-durante-show-do-vivid-sydney-investigacao-e-aberta/#respond Tue, 26 May 2026 13:37:13 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/quase-90-drones-caem-no-porto-de-sydney-durante-show-do-vivid-sydney-investigacao-e-aberta/ Falha técnica durante espetáculo no porto de Sydney fez 89 drones caírem na água; não houve feridos.

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Quase 90 drones despencaram no porto de Sydney na noite de segunda-feira durante uma apresentação de luzes do festival Vivid Sydney, levando os organizadores a suspenderem os shows e iniciarem uma investigação técnica. O incidente aconteceu por volta das 19h30 durante o espetáculo Star-Bound, realizado sobre Cockle Bay e divulgado como o maior evento de drones da Austrália.

Vídeos publicados em redes sociais mostram os equipamentos perdendo a formação e caindo na água, enquanto o público reagia com espanto. Um funcionário de Darling Harbour, identificado apenas como Robert, relatou à ABC que tudo parecia normal até que, pouco depois do início da exibição, drones começaram a cair em sequência na água. Ele afirmou que alguns aparelhos caíram perto de trabalhadores na marina, e que o som do impacto no concreto era alto, mesmo a uma distância de 10 a 20 metros. “É impressionante que ninguém tenha se ferido”, disse.

Outro espectador, Adam Love, disse ao Sydney Morning Herald que notou os drones entrarem em um suposto “padrão de teste” antes de começarem a cair. “Eles ficaram parados em formação por muito tempo. Parece que, nos bastidores, eles estavam correndo para tentar fazer com que se reconectassem. Muitos caíram na água”, afirmou.

A Skymagic, empresa britânica responsável pela operação, informou em comunicado ao The Independent que 89 drones pousaram na água em Cockle Bay após uma mudança imprevista no ambiente de radiofrequência (RF) ocorrida depois da decolagem. A anomalia fez com que vários drones acionassem procedimentos de pouso de segurança devido à perda de precisão de posicionamento. Segundo a empresa, os pilotos enviaram um comando de interrupção que manteve os drones restantes parados no ar, ativando depois um protocolo de retorno à base para pousar em segurança. “Nenhum veículo escapou do limite de segurança do show. Alguns, durante o pouso de emergência, encontraram a geocerca e foram desligados para preservar a zona de segurança, resultando na queda na água”, explicou a Skymagic. Não houve feridos.

Na segunda-feira, os organizadores cancelaram a apresentação das 21h30. Na terça, o Vivid Sydney anunciou a suspensão de todos os shows Star-Bound previstos para terça e quarta-feira, enquanto os operadores realizam uma revisão técnica e de segurança completa. Um porta-voz do Vivid Sydney afirmou ao The Independent que os operadores identificaram um problema técnico e decidiram interromper o show com segurança, seguindo protocolos padrão. “A segurança pública é sempre a prioridade número um. Uma avaliação completa está em andamento com operadores especializados e agências governamentais para definir os próximos passos”, disse. O festival pediu desculpas pela decepção e inconveniência e informou que a decisão de cancelar a apresentação das 21h30 foi tomada rapidamente para permitir mais avaliações. Os shows de terça e quarta foram cancelados por precaução.

Karen Jones, presidente-executiva da Destination NSW, agência do governo de Nova Gales do Sul responsável pelo Vivid Sydney, disse à ABC Radio Sydney que os sistemas de segurança funcionaram como previsto. “Havia uma zona de exclusão projetada para o show de drones, e isso significava que, se houvesse uma falha técnica, os drones cairiam na água ou dentro dessa zona”, afirmou. Jones disse que os organizadores investigaram a possibilidade de interferência deliberada nos sistemas de comunicação, mas as avaliações iniciais indicam que não houve interferência intencional. A Agência Australiana de Segurança nos Transportes foi notificada e está coletando mais informações.

Graham Doig, diretor do programa de drones da Universidade de Nova Gales do Sul, disse ao Herald que o mau tempo em Sydney pode ter afetado a comunicação entre os aparelhos. “As condições estavam bem ruins na noite passada, e eu não ficaria surpreso se esse fosse o principal fator”, afirmou. Segundo ele, grandes frotas de drones dependem de sistemas de comunicação precisos e podem ser vulneráveis a falhas em ambientes urbanos densos, onde sinais refletem em prédios, há interferência de Wi-Fi e outros fatores.

O Star-Bound reúne até 1.000 drones e estava programado para ocorrer duas vezes por noite, de domingo a quarta-feira, ao longo de 11 noites do festival. O Vivid Sydney introduziu shows de drones em 2024, mas não realizou apresentações no ano seguinte devido a preocupações com o controle de multidões em Circular Quay. Segundo o material de divulgação, o espetáculo atual foi concebido como uma celebração da vida, criação, esperança e renovação.

Fonte: O GLOBO

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