hipertensão Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/hipertensao/ Revelando os Fatos! Fri, 03 Jul 2026 14:51:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://vozesdooraculo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/favicon-150x150.png hipertensão Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/hipertensao/ 32 32 Campanha Julho Vermelho e Azul alerta sobre prevenção de hipertensão e diabetes em Criciúma https://vozesdooraculo.com.br/campanha-julho-vermelho-e-azul-alerta-sobre-prevencao-de-hipertensao-e-diabetes-em-criciuma/ https://vozesdooraculo.com.br/campanha-julho-vermelho-e-azul-alerta-sobre-prevencao-de-hipertensao-e-diabetes-em-criciuma/#respond Fri, 03 Jul 2026 14:51:18 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/campanha-julho-vermelho-e-azul-alerta-sobre-prevencao-de-hipertensao-e-diabetes-em-criciuma/ Iniciativa municipal busca conscientizar sobre diagnóstico precoce e tratamento das doenças crônicas nas UBSs.

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A campanha Julho Vermelho e Azul, promovida pela Prefeitura de Criciúma, foca na prevenção da hipertensão e do diabetes mellitus, enfermidades crônicas que frequentemente se desenvolvem de forma assintomática. Sob o lema “Controle hoje para viver melhor amanhã”, a ação integra o programa Saúde em Cores e tem como propósito orientar a população acerca da relevância do diagnóstico antecipado e do manejo adequado das doenças, utilizando o acompanhamento gratuito disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.

O prefeito Vagner Espindola enfatizou a importância de projetos como esse para incentivar a prevenção e a busca por tratamento quando necessário. “Tudo isso faz parte do nosso compromisso com a promoção da saúde e bem-estar da comunidade, pois trabalhar a prevenção reflete na qualidade de vida das pessoas. Também é fundamental que cada cidadão faça a sua parte, mantendo os exames em dia, seguindo as orientações dos profissionais e adotando hábitos saudáveis”, destacou.

A hipertensão é definida pelo aumento persistente da pressão arterial, que sobrecarrega o coração e os vasos sanguíneos. Já o diabetes ocorre quando há alterações na produção ou na ação da insulina, resultando em níveis elevados de glicose no sangue. Além dos tipos 1 e 2, existe o diabetes gestacional, que pode surgir durante a gravidez e, se não controlado, acarretar complicações para a mãe e o bebê.

Quando não diagnosticadas e acompanhadas corretamente, a hipertensão e o diabetes podem levar a complicações graves, como infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), insuficiência renal, comprometimento da visão e amputações. Embora muitas vezes sejam silenciosas, alguns sintomas podem indicar sua presença, como dor de cabeça frequente, tontura, visão turva, cansaço excessivo, sede intensa e aumento da frequência urinária.

Conforme o secretário municipal de Saúde, Deivid de Freitas Floriano, as unidades de saúde disponibilizam serviços voltados à prevenção dos principais fatores de risco, ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento contínuo das doenças. “A população pode procurar sua unidade de referência para realizar a aferição da pressão arterial, o teste de glicemia e receber orientações sobre alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Para quem já vive com a hipertensão ou o diabetes, é importante seguir corretamente o tratamento prescrito e não interrompê-lo”, afirmou.

Ao longo do mês, os profissionais da rede municipal de saúde participarão de reuniões por categoria profissional e de web conferências voltadas à capacitação sobre o tema. A iniciativa tem como objetivo atualizar os conhecimentos das equipes e qualificar o atendimento prestado à população.

Fonte: Pref. de Criciúma

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Pesquisa da Fiocruz revela desafios urbanos e funcionais na saúde de idosos brasileiros https://vozesdooraculo.com.br/pesquisa-da-fiocruz-revela-desafios-urbanos-e-funcionais-na-saude-de-idosos-brasileiros/ https://vozesdooraculo.com.br/pesquisa-da-fiocruz-revela-desafios-urbanos-e-funcionais-na-saude-de-idosos-brasileiros/#respond Wed, 27 May 2026 00:07:06 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/pesquisa-da-fiocruz-revela-desafios-urbanos-e-funcionais-na-saude-de-idosos-brasileiros/ Terceira onda do Elsi-Brasil mostra que 42,7% dos idosos temem cair devido a calçadas defeituosas e 20,4% têm limitações funcionais.

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), divulgou nesta terça-feira (26) os resultados da terceira fase do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (Elsi-Brasil), considerado um dos mais completos levantamentos nacionais sobre o envelhecimento. Pela primeira vez, cerca de 100 indicadores sobre a saúde da população com 60 anos ou mais estarão disponíveis em uma plataforma online, abrangendo temas como condições de vida, funcionalidade, ambiente social e acesso a políticas públicas.

Os dados indicam que fatores urbanos, sociais e estruturais influenciam de forma determinante a qualidade de vida dos idosos, mostrando que envelhecer no Brasil vai além da simples ausência de doenças. Um dos pontos abordados é a percepção do ambiente urbano: 42,7% dos idosos que residem em áreas urbanas relataram medo de cair devido a problemas em calçadas, passeios ou vias públicas próximas a suas casas. Esse percentual evidencia um problema estrutural que compromete a mobilidade, a autonomia e a participação social.

Entre as mulheres idosas, o índice de medo de cair chega a 50,5%, enquanto entre os homens é de 31,9%. A preocupação também cresce com a idade: atinge 35,2% na faixa de 60 a 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais. “Os dados reforçam a urgência de políticas públicas voltadas à adaptação das cidades para uma população cada vez mais envelhecida, incluindo acessibilidade, segurança viária, mobilidade e planejamento urbano inclusivo”, afirma a coordenadora do Elsi-Brasil, pesquisadora Maria Fernanda Lima-Costa.

A insegurança é outro destaque da pesquisa. O estudo aponta que 12,1% dos idosos brasileiros consideram a vizinhança onde moram muito insegura em relação à violência e criminalidade. Em números absolutos, isso equivale a aproximadamente 3,8 milhões de pessoas idosas vivendo em contextos de medo e vulnerabilidade social. A percepção é relativamente homogênea entre homens e mulheres e entre diferentes faixas etárias, indicando que a violência urbana é um problema transversal e disseminado, com impacto direto na qualidade de vida, na saúde mental e na circulação social dessa população.

A hipertensão arterial sistêmica continua sendo uma das condições mais relevantes na saúde dos idosos. A pesquisa, que incluiu aferição domiciliar da pressão arterial com metodologia padronizada, identificou que 34,4% dos idosos apresentam níveis compatíveis com hipertensão, ou seja, pressão igual ou superior a 14 por 9. Esse registro corresponde a cerca de 11 milhões de brasileiros idosos que necessitam de avaliação clínica, diagnóstico e tratamento para prevenir desfechos graves como infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e demência vascular. A prevalência da hipertensão aumenta progressivamente com a idade: 31,9% entre 60 e 69 anos, chegando a 40,1% entre pessoas com 80 anos ou mais. Diferentemente de outros indicadores, não houve diferenças significativas entre homens e mulheres, o que reforça o caráter generalizado da condição. Como a hipertensão frequentemente é assintomática, os pesquisadores destacam a importância do rastreamento regular e do fortalecimento da atenção primária para evitar subdiagnóstico e complicações.

A perda da capacidade funcional aparece como outro eixo central do estudo. Os resultados indicam que 20,4% dos idosos brasileiros têm dificuldade para realizar pelo menos uma atividade básica da vida diária, como se vestir, tomar banho, comer, usar o banheiro ou levantar da cama. Segundo a pesquisadora, isso significa que cerca de 6,5 milhões de pessoas vivem com algum grau de limitação funcional, condição que impacta não apenas sua autonomia, mas também suas famílias, cuidadores e os sistemas de saúde e assistência social. Maria Fernanda acrescenta: “A diferença do resultado conforme o gênero novamente se destaca: 23,1% das mulheres apresentam limitação funcional, contra 17% dos homens. A progressão por idade é ainda mais contundente: a prevalência passa de 13,9% entre pessoas de 60 a 69 anos para 44,2% entre idosos com 80 anos ou mais”.

Os dados também revelam fragilidades importantes na rede de apoio. Entre os idosos que apresentam dificuldades para realizar uma ou mais atividades da vida diária, apenas 37,9% recebem ajuda. Essa proporção aumenta gradualmente com a idade: de 24,1% na faixa de 60 a 69 anos para 38,1% entre 70 e 79 anos e 55,4% entre aqueles com 80 anos ou mais. Além disso, falta treinamento para os cuidadores: somente 5,8% relataram ter recebido algum tipo de capacitação, evidenciando a ausência de políticas estruturadas para formação e suporte a cuidadores familiares ou informais. Esse cenário aponta para a necessidade urgente de políticas integradas de cuidado de longa duração, apoio domiciliar e qualificação dos prestadores de cuidados.

Os resultados reafirmam ainda o papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) como principal base de cuidado para a população idosa brasileira. Cerca de dois terços das pessoas com 60 anos ou mais têm o SUS como única fonte de atenção à saúde. A cobertura é semelhante entre homens e mulheres e sofre apenas discreta redução nas faixas etárias mais elevadas. A Estratégia Saúde da Família (ESF), uma das principais políticas de atenção primária do SUS, também se destaca: 69,2% dos idosos brasileiros estão vinculados a essa iniciativa, o que representa cerca de 22,2 milhões de pessoas. “Os dados reforçam evidências de que o SUS e a ESF constituem estruturas essenciais para a saúde dos idosos”, conclui a pesquisa.

Fonte: Agência Brasil

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Consumo diário de feijão pode reduzir risco de hipertensão, aponta estudo https://vozesdooraculo.com.br/consumo-diario-de-feijao-pode-reduzir-risco-de-hipertensao-aponta-estudo/ https://vozesdooraculo.com.br/consumo-diario-de-feijao-pode-reduzir-risco-de-hipertensao-aponta-estudo/#respond Tue, 26 May 2026 14:51:18 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/consumo-diario-de-feijao-pode-reduzir-risco-de-hipertensao-aponta-estudo/ Pesquisa indica que uma xícara de leguminosas por dia está associada a menor pressão arterial.

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O hábito de comer arroz com feijão, tão comum no Brasil, pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular. Uma revisão científica publicada no periódico BMJ Nutrition, Prevention & Health indicou que o consumo diário de feijões e outras leguminosas contribui para reduzir o risco de hipertensão.

De acordo com a pesquisa, pessoas que ingeriam aproximadamente uma xícara de chá de feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico ou leguminosas similares por dia apresentavam menor probabilidade de desenvolver pressão alta, condição que atinge milhões de brasileiros e eleva o risco de doenças cardíacas, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Além de fatores genéticos e do sedentarismo, a alimentação exerce um papel relevante no controle da doença. A reportagem completa está disponível no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Metrópoles

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Sal enriquecido com potássio reduz risco de problemas cardíacos, sugere estudo https://vozesdooraculo.com.br/sal-enriquecido-com-potassio-reduz-risco-de-problemas-cardiacos-sugere-estudo/ https://vozesdooraculo.com.br/sal-enriquecido-com-potassio-reduz-risco-de-problemas-cardiacos-sugere-estudo/#respond Tue, 26 May 2026 14:01:30 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/sal-enriquecido-com-potassio-reduz-risco-de-problemas-cardiacos-sugere-estudo/ Pesquisa aponta que sal com potássio pode diminuir em até 15% o risco de infarto e AVC.

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Pessoas com hipertensão arterial frequentemente buscam substitutos para o sal comum, visando proteger a saúde cardiovascular. Um estudo recente indica que uma alternativa específica pode oferecer benefícios significativos: o sal enriquecido com potássio.

Segundo a análise, o consumo desse tipo de sal foi associado a uma redução de 10% a 15% no risco de complicações cardiovasculares ligadas à hipertensão, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

O produto se diferencia do sal tradicional porque parte do cloreto de sódio é substituída por cloreto de potássio. Essa composição ajuda a minimizar os efeitos negativos do excesso de sódio no organismo.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Metrópoles

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