PCC Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/pcc/ Revelando os Fatos! Thu, 02 Jul 2026 15:06:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://vozesdooraculo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/favicon-150x150.png PCC Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/pcc/ 32 32 Empresa sancionada pelos EUA recebeu R$ 514 milhões de firma ligada ao Careca do INSS https://vozesdooraculo.com.br/empresa-sancionada-pelos-eua-recebeu-r-514-milhoes-de-firma-ligada-ao-careca-do-inss/ https://vozesdooraculo.com.br/empresa-sancionada-pelos-eua-recebeu-r-514-milhoes-de-firma-ligada-ao-careca-do-inss/#respond Thu, 02 Jul 2026 15:06:51 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/empresa-sancionada-pelos-eua-recebeu-r-514-milhoes-de-firma-ligada-ao-careca-do-inss/ A Victory Trading, alvo de sanção americana por suspeita de vínculo com o PCC, recebeu meio bilhão da Wave Intermediações, integrante da rede de lavagem do esquema do INSS.

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O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos aplicou sanções a uma empresa brasileira nesta quarta-feira, 1º de julho, por suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Agora, descobriu-se que essa mesma companhia – a Victory Trading Intermediação de Negócios, de Victor Henrique de Oliveira Shimada – recebeu nada menos que R$ 514 milhões de outra firma suspeita de fazer parte do esquema de lavagem de dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

O montante foi transferido entre setembro de 2023 e setembro de 2024. A origem do dinheiro é a Wave Intermediações, apontada como um dos principais CNPJs da chamada “rede Arpar”, conjunto de mais de 40 empresas que a CPMI do INSS considera de fachada, usadas para ocultar a origem ilícita de recursos.

O nome “rede Arpar” deriva de uma das companhias do grupo, pertencente a um associado do Careca do INSS. No relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), a estrutura é descrita como um sistema de lavagem que movimentou mais de R$ 39 bilhões, responsável por branquear os valores desviados no esquema previdenciário.

A Wave Intermediações, que fez os repasses, não tem relação direta com a Wave Construções Inteligentes, outra empresa também sancionada pelos EUA no mesmo dia. Além da Victory e da Wave Construções, os norte-americanos puniram Victor Shimada, sua secretária Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, a Pixwave Soluções de Pagamentos e a companhia portuguesa Avenidas Flutuantes Unipessoal.

Esta é a primeira vez que Washington impõe sanções por vínculo com o PCC desde que classificou a facção como organização terrorista.

Durante os trabalhos da CPMI, no fim de 2023, os parlamentares não conseguiram quebrar os sigilos da Victory Trading. Mesmo assim, a empresa aparece em relatórios de inteligência financeira (RIFs) enviados à comissão. Um desses documentos relaciona a Victory a uma das principais companhias da “rede Arpar”: a ACX ITC Serviços de Tecnologia.

A quebra de sigilo da ACX, revelada anteriormente, mostrou que a empresa fez pagamentos para a ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Sterman, e para o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça, Nefi Cordeiro. “Identificamos que a empresa ACX ITC utiliza o mesmo dispositivo para realizar login em contas de outras duas empresas, a saber, Texas Quantum Serviços Digitais e Victory Trading. Sendo que a Victory já foi comunicada anteriormente por atividade suspeita”, diz trecho do RIF.

A ACX ITC, formalmente, tem capital social de R$ 101 milhões. Seu proprietário é o paulistano Ericsson de Azevedo, de 52 anos. Contudo, seu padrão de vida não condiz com o de um empresário desse porte: durante a pandemia de Covid-19, ele recebeu dez parcelas do auxílio emergencial. Seu último endereço registrado é em um condomínio simples no bairro do Jaçanã, zona norte de São Paulo.

Tanto a Wave Intermediações quanto a Victory Trading são mencionadas nas investigações sobre o desvio de milhões de reais do patrocínio da VaideBet ao Corinthians. Segundo o Ministério Público, Victor Shimada atuava como operador financeiro do esquema. As empresas também foram citadas por Vinicius Gritzbach, delator do PCC assassinado em novembro de 2024 no Aeroporto de Guarulhos.

O relatório da CPMI do INSS indica que a Wave movimentou R$ 2,68 bilhões entre setembro de 2023 e agosto de 2025. O RIF sobre a empresa afirma não ter encontrado “justificativas nem fundamentos econômicos ou legais para a movimentação financeira”, o que pode configurar “indícios do crime de lavagem de dinheiro”. Lavagem de dinheiro é o processo de dar aparência legal a recursos de origem criminosa para inseri-los na economia formal.

Fonte: Metrópoles

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Governo brasileiro investiga perfil de dois cidadãos sancionados pelos EUA por vínculo com PCC https://vozesdooraculo.com.br/governo-brasileiro-investiga-perfil-de-dois-cidadaos-sancionados-pelos-eua-por-vinculo-com-pcc/ https://vozesdooraculo.com.br/governo-brasileiro-investiga-perfil-de-dois-cidadaos-sancionados-pelos-eua-por-vinculo-com-pcc/#respond Thu, 02 Jul 2026 15:03:06 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/governo-brasileiro-investiga-perfil-de-dois-cidadaos-sancionados-pelos-eua-por-vinculo-com-pcc/ Brasil apura o envolvimento de Victor Shimada e Stella Oliveira em lavagem de dinheiro para o PCC, mas considera que eles não têm papel central na facção.

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O governo federal iniciou um levantamento sobre Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, alvos de sanções impostas na quarta-feira pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. As medidas foram tomadas sob suspeita de que ambos atuam em lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa brasileira.

Uma análise preliminar conduzida por autoridades brasileiras indica que nenhum dos dois ocupa uma posição de destaque dentro da organização. Suas relações com o grupo seriam pontuais, restritas a transações específicas.

A sanção foi divulgada pela gestão do presidente americano Donald Trump, que qualificou o PCC como a maior organização criminosa transnacional do hemisfério ocidental. O governo dos EUA afirma que o grupo representa ameaça significativa à segurança nacional do país.

Desde o anúncio das penalidades, na tarde de quarta-feira, autoridades brasileiras se mobilizam para compreender quais elementos levaram Shimada e Stella a serem incluídos na lista de sancionados. Por ora, não há planos de contatar a Agência de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Tesouro americano responsável pela medida.

Colaboradores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva informaram que, sempre que possível, o governo brasileiro reitera a autoridades estrangeiras o interesse em ampliar a cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Observa-se que as sanções americanas se basearam em investigações conduzidas no Brasil, muitas delas de conhecimento público.

Shimada possui extensa ficha criminal no país. Ele já foi condenado por participar de esquemas de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro contra o antigo Banco Votorantim, hoje denominado BV. Além disso, é réu em um processo que apura desvios de recursos do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a casa de apostas Vai de Bet.

Shimada é sócio da Victory Trading Intermediação de Negócios, Cobranças e Tecnologia Ltda, da Pixwave Soluções de Pagamentos e da Wave Construções Inteligentes. Essas três empresas, junto com a Avenidas Flutuantes, também de Shimada, mas com sede em Portugal, foram igualmente sancionadas.

Já Stella de Oliveira é apontada como colaboradora próxima e parente de Shimada. Segundo as autoridades, ela atuava como sua secretária e intermediária na coleta de grandes quantias em dinheiro vivo, prestando serviços logísticos essenciais para o esquema.

Em dezembro, Shimada e Stella foram denunciados na Justiça da Flórida por envolvimento em lavagem de dinheiro em instituições financeiras de 12 cidades americanas, como Denver, Rochester, Atlanta e Chicago. A denúncia afirma que os valores provinham do tráfico de drogas, mas não menciona nenhuma facção brasileira. O documento aponta que o fornecedor das substâncias ilegais era o mexicano Manuel Garcia-Urrea, conhecido como Manny.

Conhecidos como Japa e Lara Croft, Shimada e Stella contavam com o auxílio de brasileiros residentes nos EUA para movimentar os recursos. Em janeiro, seis pessoas envolvidas no esquema, incluindo outros brasileiros, foram presas pelas autoridades americanas.

Na quarta-feira, após o anúncio das sanções, o governo Lula manifestou preocupação com a medida, que pode gerar efeitos indiretos relevantes sobre instituições financeiras estrangeiras, inclusive brasileiras, devido ao risco de restrições regulatórias e eventual exposição a sanções secundárias.

Essa foi a primeira sanção contra suspeitos de ligações com a facção brasileira depois que o governo Trump, em maio, classificou o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas.

A Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), vinculada ao Ministério da Justiça, afirmou que as medidas contra os brasileiros podem preceder providências ainda mais gravosas, adotadas à margem dos mecanismos ordinários de cooperação internacional. Para a secretaria, a decisão não surpreende e é um desdobramento já esperado após a classificação do PCC como organização terrorista.

Fonte: O GLOBO

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Jones Manoel condenado a pagar R$ 30 mil a Kim Kataguiri por associação ao PCC https://vozesdooraculo.com.br/jones-manoel-condenado-a-pagar-r-30-mil-a-kim-kataguiri-por-associacao-ao-pcc/ https://vozesdooraculo.com.br/jones-manoel-condenado-a-pagar-r-30-mil-a-kim-kataguiri-por-associacao-ao-pcc/#respond Tue, 26 May 2026 14:27:37 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/jones-manoel-condenado-a-pagar-r-30-mil-a-kim-kataguiri-por-associacao-ao-pcc/ A Justiça do DF condenou o youtuber Jones Manoel a indenizar o deputado Kim Kataguiri por danos morais.

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A Justiça do Distrito Federal determinou que o youtuber e pré-candidato a deputado federal por Pernambuco Jones Manoel (PSOL) pague R$ 30 mil em indenização por danos morais ao deputado federal Kim Kataguiri (União-SP). A sentença foi proferida pelo juiz Cleber de Andrade Pinto, da 16ª Vara Cível de Brasília, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), e ainda pode ser contestada em instâncias superiores.

De acordo com os autos, Jones Manoel relacionou Kim Kataguiri ao Primeiro Comando da Capital (PCC), além de tecer acusações de corrupção, enriquecimento ilícito e vínculo com ideologias nazistas e fascistas em postagens em redes sociais e plataformas digitais. Na decisão, o magistrado destacou que as afirmações “ultrapassam os limites da crítica política ou liberdade de expressão” e configuram “imputações falsas e graves”. O juiz também menciona as acusações de “associação ao crime organizado (PCC), prática de corrupção, enriquecimento ilícito, envolvimento com ideologias nazistas e fascistas, além de ofensas à honra, dignidade e reputação” do parlamentar.

O processo teve início após declarações de Kim Kataguiri no Flow Podcast, com a presença do influenciador Monark e da deputada Tabata Amaral (PSB-SP). A partir desse episódio, conforme a sentença, Jones Manoel teria iniciado uma “campanha sistemática e progressiva de perseguição pessoal, política e ideológica” contra o deputado ao longo de 19 meses. A decisão ainda aponta que as publicações foram feitas de maneira “reiterada” e “dolosa”, com a intenção de gerar “engajamento e monetização” nas redes sociais.

Além da compensação financeira, a Justiça ordenou a remoção das postagens consideradas ilícitas. Na ação, Kim Kataguiri solicitava indenização de R$ 50 mil e também pedia que Jones Manoel publicasse retratações fixadas no X (antigo Twitter). A reportagem da Jovem Pan busca contato com as defesas de ambas as partes para comentar a decisão judicial. O espaço permanece disponível para manifestações.

Fonte: Jovem Pan

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Corregedoria da PM indicia quatro agentes por segurança privada ilegal para diretores da Transwolff https://vozesdooraculo.com.br/corregedoria-da-pm-indicia-quatro-agentes-por-seguranca-privada-ilegal-para-diretores-da-transwolff/ https://vozesdooraculo.com.br/corregedoria-da-pm-indicia-quatro-agentes-por-seguranca-privada-ilegal-para-diretores-da-transwolff/#respond Tue, 26 May 2026 14:10:59 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/corregedoria-da-pm-indicia-quatro-agentes-por-seguranca-privada-ilegal-para-diretores-da-transwolff/ Quatro policiais militares foram indiciados por atuarem como seguranças ilegais para dirigentes da Transwolff, investigados por ligação com o PCC.

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A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo concluiu o inquérito sobre a prestação de serviços particulares de segurança por policiais militares a executivos da empresa de transporte urbano Transwolff, suspeitos de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A Transwolff e a UPBus foram alvo da Operação Fim da Linha, iniciada em abril de 2024 pelo Ministério Público de São Paulo, sob suspeita de lavagem de ativos financeiros e apoio ao crime organizado.

Segundo a apuração, os militares faziam parte de um esquema de proteção armada que beneficiava dois diretores da Transwolff: Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como Pandora, e Cícero de Oliveira, apelidado de Té. O Ministério Público classificou ambos como responsáveis pela lavagem de dinheiro em nome da facção criminosa. Com a conclusão do inquérito, foram indiciados o capitão Alexandre Paulino Vieira, os sargentos Nereu Aparecido Alves e Alexandre Aleixo Romano Cezário, e o tenente-coronel José Henrique Martins Flores. O órgão também solicitou a manutenção das prisões preventivas dos envolvidos.

A defesa do capitão Alexandre reiterou sua inocência, descrevendo-o como “uma pessoa íntegra e profissional exemplar, não tendo relação alguma com qualquer prática criminosa”. Acrescentou que “as investigações têm se estendido por tempo exagerado, sem fundamentação legal, mantendo a custódia por tempo indeterminado”. Não foi possível localizar a defesa dos demais indiciados.

Relações com Milton Leite

A investigação revelou indícios de vínculos financeiros entre o ex-presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (União Brasil), e a Transwolff. De acordo com o relatório, gravações telefônicas indicam que o sargento Nereu explicou a Té um atraso na escolta devido à sua participação na inauguração de uma creche municipal ao lado do vereador, a quem se referia como “chefe”. O fato teria ocorrido em 18 de agosto de 2023.

O documento final aponta a existência de um grupo de oficiais da PM que gerenciava os serviços e dissimulava os rendimentos obtidos. O capitão Alexandre teria sido o encarregado de organizar as escalas, determinar os pagamentos e recrutar outros agentes, utilizando uma empresa de consultoria registrada em nome de sua mãe para emitir notas fiscais falsas para a Transwolff. O capitão atuava na assessoria militar da Câmara, foi ajudante de ordens de Milton Leite e mantinha contato com o vereador desde 2014.

Além disso, o tenente-coronel José Henrique também foi indiciado por empregar empresas de fachada, abertas em nome de laranjas, para fornecer serviços contínuos de portaria e escolta armada à transportadora. A Corregedoria apontou que a construtora Neumax, da qual Milton Leite é sócio, funcionava como o ponto de ligação financeira do esquema, recebendo R$ 812 mil mensais da Transwolff pelo aluguel de imóveis na Zona Sul. Esse valor é quase três vezes superior à média do mercado local.

Em nota, Milton Leite declarou que sua relação com o capitão Alexandre Paulino Vieira foi “estritamente profissional”. Segundo ele, o capitão trabalhava na Assessoria Militar da Câmara Municipal desde 2014, “muito antes de eu ser eleito presidente em 2017. Ele atuou com cinco presidentes: José Américo, Antonio Donato, Milton Leite, Eduardo Tuma e Ricardo Teixeira”. Em depoimento, o capitão Alexandre confirmou que mantinha uma relação exclusivamente funcional e meramente profissional, uma vez que atuava como responsável pela segurança institucional da Presidência do Legislativo. Disse ainda que jamais prestou qualquer serviço particular para Milton Leite e que nunca recebeu dele qualquer determinação para atuar em qualquer empresa, pública ou particular, muito menos do setor de transporte público da Cidade de São Paulo.

Sobre Nereu, Milton Leite afirmou que ele nunca trabalhou em sua escolta. “No depoimento que prestou, o sargento Nereu Aparecido Alves negou expressamente que tivesse chamado Milton Leite de ‘chefe’, versão absolutamente fantasiosa. Nereu disse que a mensagem de WhatsApp com a expressão ‘chefe Milton’ não foi escrita por ele (Nereu), e sim pelo capitão Alexandre, uma vez que este tratava da segurança da Presidência da Câmara. No mesmo depoimento, o sargento Nereu também afirmou que não esteve no evento de inauguração do CEI Nathalia Pereira da Silva acontecido no mês de agosto de 2023, notícia essa que foi equivocadamente veiculada por esse veículo de imprensa”. A respeito da relação comercial mencionada, o ex-presidente da Câmara disse que “o contrato de aluguel é inferior ao preço de mercado, jamais superior. O contrato incluiu não apenas a locação, mas também obras de reparo que foram feitas no imóvel alugado. Desconheço qualquer avaliação de imóvel feita pela Corregedoria da PM que permita questionar o valor”.

Fonte: O GLOBO

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