TÊNISDjokovic em Roland Garros: 102 vitórias, três títulos e ouro olímpico

Com 101 títulos na carreira, incluindo 24 Grand Slams (recorde), Novak Djokovic, aos 39 anos, guarda boas lembranças das principais quadras do mundo, especialmente da Philippe Chatrier, a central de Roland Garros. No torneio de saibro mais importante do planeta, o ex-número 1 do mundo, atualmente quarto no ranking, soma 102 vitórias (incluindo a de domingo contra o francês Giovanni Perricard) em 119 partidas, com três títulos.

Em maio de 2005, o sérvio, então com 18 anos e ocupando a 153ª posição, estreou em Roland Garros vencendo o americano Robby Ginepri (71º). Na rodada seguinte, lesionado, abandonou no terceiro set contra o argentino Guillermo Coria, vice-campeão na edição anterior. Aquela campanha foi a pior de Djokovic no torneio até hoje.

Exceto em 2009, quando caiu na terceira rodada (sua segunda pior performance), o sérvio sempre chegou ao menos às quartas de final. A primeira vez que passou das oitavas foi em 2006, quando se lesionou e desistiu no terceiro set diante do espanhol Rafael Nadal.

Há dez anos, Djokovic conquistou o primeiro dos três títulos em Paris. Após três vice-campeonatos (2012, 2014 e 2015), superou o britânico Andy Murray na final. Cinco anos depois, veio o bicampeonato, com vitória sobre o grego Stefanos Tsitsipas na decisão. Na semifinal, Nole venceu o recordista Nadal, seu maior algoz na capital francesa, que o havia derrotado nas finais de 2012 e 2014. Em 2023, o tricampeonato veio após superar o norueguês Casper Ruud na final. Desde então, caiu nas quartas de 2024 (para Ruud) e nas semifinais de 2025 (para o italiano Jannik Sinner).

Em agosto de 2024, quase dois meses após ser surpreendido por Ruud nas quartas, Djokovic conquistou o ouro olímpico, o título que faltava em sua galeria. Paris foi sua quinta Olimpíada. Em 2008, em Pequim, perdeu a semifinal para o campeão Nadal e levou o bronze ao derrotar o americano James Blake. Em Londres, foi derrotado na semifinal pelo britânico Murray e perdeu a disputa pelo bronze para o argentino Juan Martin Del Potro. Na Rio-2016, Del Potro o eliminou na estreia. Em Tóquio-2021, nova queda na semifinal, para o alemão Alexander Zverev, e bronze perdido para o espanhol Pablo Carreno Busta. Em 2024, após vencer Nadal na segunda rodada, Djokovic derrotou Carlos Alcaraz na final por duplo 7/6, sagrando-se campeão olímpico na quadra Philippe Chatrier.

Fonte: Lance

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