Aryna Sabalenka, número 1 do ranking feminino, iniciou sua campanha em Roland Garros 2026 com uma vitória tranquila nesta terça-feira (26/5). A bielorrussa derrotou a espanhola Jessica Bouzas Maneiro, 50ª colocada, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2, em apenas 1h15 de partida na quadra Philippe Chatrier.
Sabalenka, que é noiva do empresário brasileiro Georgios Frangulis, tem uma forte ligação com o Brasil. Na semana passada, ela treinou em Paris vestindo uma camisa azul com a inscrição “Brasil”, e frequentemente solta palavras em português — incluindo alguns xingamentos. A popularidade entre os brasileiros ficou evidente na arquibancada, onde um grupo de fãs do país fez questão de marcar presença.
A advogada Beatriz Navarino, de Mato Grosso do Sul, viajou com a esposa e um amigo especialmente para apoiar a tenista. “Todo brasileiro tem um carinho muito grande por ela. A Sabalenka é noiva de um brasileiro e logo-logo ela também vai ser brasileira. Então é meio que automática essa torcida. A gente acaba se apegando, né? A gente atravessou o oceano só para torcer por ela”, contou Beatriz.
Rodrigo Carvalho, servidor público do Rio Grande do Norte, também estava na torcida. “Hoje eu assisti pela primeira vez a uma partida da Sabalenka. Ela é muito carismática e o jogo foi excelente”, disse Rodrigo, que já projeta a final: “Eu acho que ela é 100% favorita ao título deste ano. Ela está bem acima das outras. Eu gostaria que ela fizesse a final contra a Elina Svitolina porque eu torço para as duas”.
Sabalenka, que foi vice-campeã em Roland Garros no ano passado, busca seu primeiro título no Grand Slam de saibro. “Ano passado, ela bateu na trave. Mas este ano é dela! Eu vim aqui e vi o primeiro passo dessa caminhada. É verdade que foi um pouco complicado torcer hoje para a Sabalenka. A gente tinha de se conter porque os gringos estavam tampando os ouvidos. Mas pra gente não tem essa! No final, a gente ajudou a Sabalenka a terminar com o jogo rapidinho”, disse Beatriz.
A advogada ainda dividiu seus planos para o dia seguinte: “Amanhã eu vou voltar aqui. Só estou na dúvida porque não sei se eu assisto ao Djokovic, que é o último ano dele aqui em Roland Garros, ou se eu assisto ao João Fonseca. Meu coração está dividido”.
Fonte: O GLOBO







