IBGE Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/ibge/ Revelando os Fatos! Mon, 20 Jul 2026 21:05:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://vozesdooraculo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/favicon-150x150.png IBGE Archives - Vozes do Oráculo https://vozesdooraculo.com.br/tag/ibge/ 32 32 Içara sobe 29 posições no PIB per capita de SC e alcança 36º lugar https://vozesdooraculo.com.br/icara-sobe-29-posicoes-no-pib-per-capita-de-sc-e-alcanca-36-lugar/ https://vozesdooraculo.com.br/icara-sobe-29-posicoes-no-pib-per-capita-de-sc-e-alcanca-36-lugar/#respond Mon, 20 Jul 2026 21:05:54 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/icara-sobe-29-posicoes-no-pib-per-capita-de-sc-e-alcanca-36-lugar/ Com crescimento de 96,4% no valor adicionado em cinco anos, município se consolida como polo econômico no sul catarinense.

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O município de Içara apresentou uma melhora expressiva no Produto Interno Bruto (PIB) per capita, subindo da 65ª para a 36ª posição no ranking de Santa Catarina, de acordo com dados do IBGE referentes a 2023. Em 2020, o indicador era de R$ 48.438,70, valor que colocava a cidade na 65ª colocação entre os 295 municípios catarinenses. O salto de 29 posições reflete o fortalecimento da atividade econômica local, impulsionado pelo crescimento do setor produtivo e por um ambiente favorável a investimentos.

A prefeita Dalvania Cardoso atribuiu o resultado ao trabalho conjunto entre o poder público, empresários e trabalhadores. “O crescimento do PIB per capita é um importante indicador da evolução econômica de Içara. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto entre o poder público, o setor produtivo, os empreendedores e os trabalhadores. Nossa missão é manter o equilíbrio das contas públicas, criar um ambiente favorável aos investimentos e garantir que esse desenvolvimento continue gerando oportunidades e qualidade de vida para a população”, afirmou. Segundo ela, o desempenho fortalece a arrecadação municipal, amplia a capacidade de investimentos em áreas como infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento econômico, além de aumentar a confiança de investidores. “A evolução de Içara no cenário catarinense demonstra que o município vive um ciclo consistente de crescimento, consolidando-se como uma das economias mais promissoras do sul de Santa Catarina e reafirmando seu papel de destaque na região da Amrec”, complementou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Davi Nazário, destacou que o crescimento está ligado a uma economia diversificada, sustentada pela indústria, comércio, serviços e agropecuária, com ênfase no setor industrial, que gera a maior parte dos empregos. A localização estratégica de Içara, cortada pela BR-101, favorece o escoamento da produção e torna as empresas mais competitivas. “A política da administração municipal de estimular o desenvolvimento econômico também tem colaborado para esse cenário, o poder público tem oferecido incentivos econômicos e apoio à expansão do setor produtivo. Como resultado, Içara recebeu novas empresas e acompanhou a ampliação das operações de empreendimentos já instalados nos últimos anos”, explicou.

Além da boa localização, os investimentos em obras estruturantes estão ajudando a alinhar o crescimento econômico com a melhoria da qualidade de vida. O secretário informou que o valor adicionado do município cresceu 96,40% nos últimos cinco anos, consolidando Içara como um dos principais polos econômicos do sul catarinense. “Além da evolução do PIB per capita, o município registrou um crescimento acumulado de 96,40% no valor adicionado nos últimos cinco anos, consolidando Içara como um dos principais polos econômicos do sul catarinense”, concluiu Nazário.

Fonte: Pref. de Içara

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Emprego formal na indústria catarinense cresce 3% e supera média nacional https://vozesdooraculo.com.br/emprego-formal-na-industria-catarinense-cresce-3-e-supera-media-nacional/ https://vozesdooraculo.com.br/emprego-formal-na-industria-catarinense-cresce-3-e-supera-media-nacional/#respond Fri, 03 Jul 2026 09:22:21 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/emprego-formal-na-industria-catarinense-cresce-3-e-supera-media-nacional/ Santa Catarina registra crescimento de 3% no emprego formal industrial, mais que o dobro da média nacional de 1,43%.

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A indústria de Santa Catarina registrou um aumento de aproximadamente 3% no emprego formal entre janeiro e maio deste ano, conforme dados do IBGE. Esse desempenho é mais que o dobro da média nacional, que ficou em 1,43%.

O levantamento também apontou que o saldo total de empregos no período superou 61,6 mil novas vagas, o que representa o terceiro melhor resultado do país, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

Quase 20% dos novos postos de trabalho da indústria em todo o Brasil foram gerados em território catarinense. O secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino, destacou os impactos sociais positivos desse crescimento econômico.

Na comparação com o desempenho nacional no acumulado do ano, Santa Catarina apresentou indicadores superiores em quatro dos cinco grandes grupamentos econômicos. Os setores de Indústria, Construção, Serviços e Comércio tiveram resultados acima da média do país.

Fonte: Governo de SC

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Brasil atinge patamar de muito alto desenvolvimento humano, mas desigualdades persistem https://vozesdooraculo.com.br/brasil-atinge-patamar-de-muito-alto-desenvolvimento-humano-mas-desigualdades-persistem/ https://vozesdooraculo.com.br/brasil-atinge-patamar-de-muito-alto-desenvolvimento-humano-mas-desigualdades-persistem/#respond Tue, 26 May 2026 14:11:58 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/brasil-atinge-patamar-de-muito-alto-desenvolvimento-humano-mas-desigualdades-persistem/ Pela primeira vez, o Brasil entrou no grupo de muito alto desenvolvimento humano, mas diferenças raciais e de gênero ainda são grandes.

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O Brasil alcançou, pela primeira vez, o patamar de muito alto desenvolvimento humano, conforme dados do Radar Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) divulgados nesta terça-feira. O estudo, realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em parceria com o IBGE e a Fundação João Pinheiro, analisou a evolução do índice entre 2012 e 2024, período em que o indicador subiu de 0,744 para 0,805. Apesar do avanço, as desigualdades no país, especialmente nos recortes raciais e de gênero, não foram superadas.

O IDHM varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento. A classificação é: de 0 a 0,499 (muito baixo); 0,5 a 0,599 (baixo); 0,6 a 0,699 (médio); 0,7 a 0,799 (alto); e 0,8 a 1 (muito alto). O índice brasileiro considera as mesmas três dimensões do IDH Global — longevidade, educação e renda —, mas com metodologia adaptada ao contexto nacional. A análise abrange os 26 estados, o Distrito Federal, 20 regiões metropolitanas, a Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) da Grande Teresina e as cinco macrorregiões. Os dados foram calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, em parceria com a Fundação João Pinheiro.

O estudo também traz comparativos de gênero e raça, que evidenciam disparidades sociais. Embora o índice de desenvolvimento da população negra tenha crescido mais rapidamente (10,3%) do que o da população branca (5,5%) no período, as diferenças ainda são significativas. O IDHM dos brancos passou de 0,804 em 2012 para 0,851 em 2024, enquanto o da população negra (pretos e pardos) foi de 0,694 para 0,774. Em 2024, o IDHM da população negra era 10% inferior ao dos brancos.

Na análise detalhada por subíndices, a população branca apresentou evolução no IDHM Renda (de 0,781 para 0,806), com renda per capita crescendo de R$ 1.029,68 para R$ 1.208,58; na Longevidade (de 0,890 para 0,913), com expectativa de vida subindo de 78,40 para 79,80 anos; e na Educação (de 0,748 para 0,838), com a proporção de adultos com ensino fundamental completo passando de 66,38% para 76,63%. Já na população negra, o IDHM Renda foi de 0,670 para 0,712, com renda domiciliar per capita de R$ 518,57 para R$ 673,65, pouco mais da metade dos brancos; na Longevidade, de 0,800 para 0,846, com expectativa de vida de 72,78 para 75,73 anos; e na Educação, de 0,623 para 0,770, com a taxa de adultos com ensino fundamental completo subindo de 53,02% para 67,33%.

A disparidade de gênero também é evidente. O IDHM das mulheres foi de 0,736 para 0,798, enquanto o dos homens subiu de 0,737 para 0,802. Com isso, os homens atingiram o patamar de muito alto desenvolvimento, enquanto as mulheres permaneceram no alto desenvolvimento. Na renda, a diferença aumentou: em 2024, o rendimento médio feminino foi de R$ 1,260,45 contra R$ 1.604,30 dos homens. Já na longevidade, a menor diferença foi registrada: expectativa de vida das mulheres de 79,88 anos e dos homens de 73,3 anos.

Entre os estados, Alagoas, Piauí e Rio Grande do Norte tiveram os maiores crescimentos no IDHM. Das 27 unidades federativas, 10 alcançaram o nível mais alto de desenvolvimento, enquanto as outras 17 ficaram no patamar alto. A disparidade regional persiste: em 2024, o IDHM foi de 0,866 no Distrito Federal e 0,838 em São Paulo, ante 0,745 no Maranhão e 0,746 em Alagoas. Nove UFs tiveram IDHM superior ao nacional: todos os estados do Sul e Sudeste, além de Mato Grosso e Goiás.

Os três subíndices do IDHM cresceram entre 2012 e 2024, embora com quedas pontuais durante a pandemia de Covid-19. O índice de Educação teve a maior evolução, com taxa média anual de 1,35%. O percentual de pessoas com 18 anos ou mais com ensino fundamental completo passou de 59,53% para 71,38%, com o Distrito Federal registrando o maior índice (83,38%) e a Paraíba o menor (59,14%). O índice de Longevidade, baseado na expectativa de vida ao nascer, apresentou crescimento, interrompido por quedas em 2020 e 2021 devido à pandemia, mas retomou a trajetória de alta.

Fonte: O GLOBO

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Alagoas, Piauí e Rio Grande do Norte lideram crescimento do IDHM no Brasil https://vozesdooraculo.com.br/alagoas-piaui-e-rio-grande-do-norte-lideram-crescimento-do-idhm-no-brasil/ https://vozesdooraculo.com.br/alagoas-piaui-e-rio-grande-do-norte-lideram-crescimento-do-idhm-no-brasil/#respond Tue, 26 May 2026 14:11:28 +0000 https://vozesdooraculo.com.br/alagoas-piaui-e-rio-grande-do-norte-lideram-crescimento-do-idhm-no-brasil/ Nordeste avançou no IDHM entre 2012 e 2024, mas desigualdades regionais persistem.

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O Radar Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM), divulgado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em parceria com IBGE e Fundação João Pinheiro, aponta que Alagoas, Piauí e Rio Grande do Norte foram os estados com maior crescimento do indicador entre 2012 e 2024. O levantamento considera renda, longevidade e educação para calcular o índice, que varia de 0 a 1 — quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento.

Apesar do avanço dos estados nordestinos, as disparidades entre as regiões brasileiras permaneceram. O IDHM nacional saltou de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, colocando o país pela primeira vez no grupo de nações com desenvolvimento humano muito alto. Entre as 27 unidades da federação, 10 atingiram o patamar mais elevado (0,8 a 1), enquanto as demais se enquadraram na faixa de alto desenvolvimento (0,7 a 0,799).

Nove UFs superaram a média nacional: todas do Sul (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina) e Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais), além de Mato Grosso e Goiás. O Distrito Federal lidera o ranking com 0,866, seguido por São Paulo (0,838) e Santa Catarina (0,833). Na ponta oposta estão Acre (0,754), Alagoas (0,746) e Maranhão (0,745). Piauí ocupa a 20ª posição (0,764) e Rio Grande do Norte a 16ª (0,778).

Os três subíndices do IDHM — renda, educação e longevidade — cresceram no período, embora com oscilações. A educação teve a maior evolução, com taxa média anual de 1,35%. O indicador de escolaridade (proporção de pessoas com 18 anos ou mais com ensino fundamental completo) subiu de 59,53% para 71,38%, com o Distrito Federal no topo (83,38%) e a Paraíba na base (59,14%).

A longevidade, medida pela esperança de vida ao nascer, teve crescimento interrompido por quedas em 2020 e 2021 devido à pandemia, retomando alta a partir de 2022, mas com nova redução em 2024. O menor valor é do Amapá (74,32 anos) e o maior do Distrito Federal (79,75 anos). Já a renda domiciliar per capita apresentou altos e baixos, com recuos em 2015, 2016, 2020 e 2021 — neste último ano, ficou abaixo do nível de 2012. A melhora na renda veio acompanhada de redução na vulnerabilidade à pobreza (taxa anual de -3,46%) e no Índice de Gini (-0,54% ao ano).

Fonte: O GLOBO

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