
SP, SC e DF lideram menores taxas de homicídio no Brasil, aponta Atlas da Violência
Levantamento mostra queda de 7,4% nos assassinatos em 2024, mas alerta para aumento de mortes por causas indeterminadas.

Levantamento mostra queda de 7,4% nos assassinatos em 2024, mas alerta para aumento de mortes por causas indeterminadas.

Estudo do Ipea e FBSP aponta redução nos assassinatos fora de casa, mas violência doméstica persiste com 3.642 vítimas em 2024.

Brasil registra queda de 7,4% nos assassinatos em 2024, com 42.590 mortes, menor patamar desde 1998.

Minas Gerais registrou o maior crescimento do Brasil em mortes violentas não classificadas como homicídios, com estimativa de 1.218 casos ocultos.

País teve 42.590 assassinatos em 2024, com queda de 7,4% na taxa, mas qualidade dos dados preocupa.
Taxa de homicídios de jovens de 15 a 29 anos caiu 33,9% em dez anos, mas ainda há 75 mortes por dia.
Registros de violência sexual contra crianças de 0 a 4 anos passaram de 1.671 em 2014 para 7.845 em 2024.
Caiu 27,7% o número de homicídios de mulheres no Brasil entre 2014 e 2024, mas feminicídios se mantiveram estáveis.
Pessoas negras representam 77% dos homicídios no país, com taxa 170% maior que a de não negros.
Expansão dos aplicativos de entrega impulsiona alta de óbitos envolvendo motos no Brasil.

Levantamento mostra queda de 7,4% nos assassinatos em 2024, mas alerta para aumento de mortes por causas indeterminadas.

Estudo do Ipea e FBSP aponta redução nos assassinatos fora de casa, mas violência doméstica persiste com 3.642 vítimas em 2024.

Brasil registra queda de 7,4% nos assassinatos em 2024, com 42.590 mortes, menor patamar desde 1998.

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País teve 42.590 assassinatos em 2024, com queda de 7,4% na taxa, mas qualidade dos dados preocupa.
Taxa de homicídios de jovens de 15 a 29 anos caiu 33,9% em dez anos, mas ainda há 75 mortes por dia.
Registros de violência sexual contra crianças de 0 a 4 anos passaram de 1.671 em 2014 para 7.845 em 2024.
Caiu 27,7% o número de homicídios de mulheres no Brasil entre 2014 e 2024, mas feminicídios se mantiveram estáveis.
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